segunda-feira, 16 de junho de 2014

Brasil ganha índice de saúde dos oceanos

Brazil wins ocean health index


E se na meta Águas limpas desse estudo abrangesse os petrechos de pesca abandonados, perdidos ou descartados no mar (PP-APD), qual seria o resultado? Mas se há dificuldades em obter dados gerais de pesca em todos os estados, imaginem para os petrechos de pesca sem identificação, sem dono e perdidos na imensidão do oceano. Existe uma grande dificuldade em quantificar a limpeza das nossas águas brasileira quando se fala em PP-APD, simplesmente é um problema..... desconhecido por muitos!!
And if the target Clean waters of this study covered the abandoned, lost or discarded fishing gear at sea (ALDFG), which would be the result? But if there are difficulties in obtaining general fishing data in all states, imagine for fishing gear unidentified, unclaimed and lost in a vast ocean. There is great difficulty in quantifying the cleanliness of our Brazilian waters when it comes to ALDFG is simply an unknown problem for many!!

Leiam o material e tirem suas próprias conclusões….           Read the subject, and draw their own conclusions .... 


Pela primeira vez, o Brasil dispõe de um índice que reúne aspectos ambientais, sociais e econômicos providos pelo mar. Trata-se do Índice de Saúde do Oceano do Brasil (em inglês, OHI-Brasil), publicado em 2 de abril, na revista científica PLOS ONE, que avaliou todos os 17 estados da costa brasileira, usando as melhores bases de dados disponíveis referentes a 2012.
O Brasil foi escolhido para esse levantamento regional porque possui uma das mais longas linhas de costa do mundo, uma alta diversidade biológica marinha e costeira e uma das maiores economias mundiais.
Uma das grandes dificuldades dos pesquisadores na elaboração do OHI-Brasil se concentrou na reunião de dados para alguns setores importantes, como a pesca, por exemplo, “porque eles simplesmente não existem para todos os estados”, contou Guilherme Dutra, diretor do Programa Marinho da Conservação Internacional (CI-Brasil) e coautor do estudo.

For the first time, Brazil has an index that combines environmental, social and economic aspects provided by the sea. This is the Ocean Health Index of Brazil (in English, OHI-Brazil), published on April 2, in the journal PLoS ONE, which evaluated all 17 states of the Brazilian coast, using the best available databases concerning to 2012.
Brazil was chosen for this regional survey because it has one of the longest coastlines in the world, a high marine and coastal biological diversity and the world's largest economies.
One of the greatest difficulties facing researchers in the preparation of the OHI-Brazil focused on gathering data for some important sectors, such as fisheries, for example, "because they simply do not exist for all states," said Guilherme Dutra, director of the Marine Program Conservation International (CI-Brazil) and co-author of the study.

Metas
O índice é organizado em torno de 10 metas: provisão de alimentos (pesca artesanal e aquicultura); oportunidade de pesca artesanal, produtos naturais; armazenamento de carbono; proteção costeira; subsistência e economias costeiras; turismo e recreação; identidade local; águas limpas e biodiversidade.
A pontuação de cada meta varia entre 0 e 100. Uma pontuação de 100 significa que o sistema avaliado atingiu a meta proposta (o ponto de referência), oferece todos os benefícios especificados de forma sustentável e é provável que siga dessa maneira em um futuro próximo. Uma pontuação 0 significa que, embora os dados estivessem disponíveis, o estado não desfruta de nenhum dos benefícios especificados ou ainda que esses benefícios são obtidos de maneira não sustentável.
A pontuação do Brasil no estudo nacional foi de 60. Armazenamento de Carbono (89), Proteção Costeira (92) e Biodiversidade (85) – todas dependentes da saúde dos habitats marinhos – foram as pontuações mais altas das metas nacionais. Produtos Naturais (29), Turismo e Recreação (31) e Provisão de Alimentos (36) foram as pontuações mais baixas. Aquicultura (6) obteve uma
pontuação muito baixa, o que contribuiu para a queda em
Provisão de Alimentos.
Conforme o estudo, a pontuação baixa para a meta Produtos Naturais indica que o país não está utilizando da maneira apropriada os recursos não alimentares disponíveis. Entretanto, para isso é necessário o desenvolvimento de infraestrutura adequada para atrair e atender aos visitantes, evitando efeitos sociais e ambientais indesejados. Outro ponto de destaque é a pequena área hoje protegida sobre o mar, que não chega a 0,35% de áreas protegidas mais restritivas como Parques e Reservas Extrativistas, ou apenas 1,6% se consideradas também as Áreas de Proteção Ambiental.

Goals
The index is organized around 10 goals: provision of food (artisanal fisheries and aquaculture); opportunity to artisanal fisheries, natural products; carbon storage; coastal protection; livelihoods and coastal economies; tourism and recreation; local identity; Clean water and biodiversity.
The score of each target varies between 0 and 100. A score of 100 means that the evaluated system reached the target set (the reference point), offers all the benefits specified in a sustainable way and is likely to follow that way in the near future . A score of 0 means that, although the data were available, the state does not enjoy any of the benefits specified or that these benefits are obtained unsustainably.
The score in the Brazil national study was 60 Carbon Storage (89), Coastal Protection (92) and Biodiversity (85) -. All dependent on the health of marine habitats - were the highest scores of national goals. Natural (29), Tourism and Recreation (31) and Provision of Food (36) products have the lowest scores. Aquaculture (6) obtained a very low scores, which contributed to the fall in food supply.
According to the study, the low score for the target natural products indicates that the country is not the proper way using non-food resources. However, this requires the development of adequate to attract and serve visitors infrastructure, avoiding unwanted social and environmental effects. Another highlight today is the small protected area of ​​the sea, which does not reach 0.35% of protected areas more restrictive as parks and extractive reserves, and only 1.6% is also considered the Environmental Protection Areas.


O artigo completo online está disponível em:
http://dx.plos.org/10.1371/journal.pone.0092589

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